"Levando a Palavra de Vida e
Esperança ao Policial Militar"

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Capelania a favor dos enfermos



Toda semana um grupo de evangélicos de diferentes denominações percorre os corredores do Hospital da Polícia Militar (HPM). O “procedimento” da equipe é simples: leitura de um texto bíblico e uma oração. É suficiente para que os pacientes internados recebam uma notável dose de esperança capaz de reanimar, mesmo os doentes mais graves e seus familiares.

 

O trabalho de Capelania voluntária no HPM foi implantado pelos PMs de Cristo já na primeira semana de fundação da associação. O Coronel PM Paulo de Tarso queria distribuir Bíblia para cada policial e ele logo concluiu que deveria começar pelo presídio e o hospital. Ele literalmente implantou o trabalho aqui dentro na nossa primeira semana.

  

Gratificação

 

O voluntário Sérgio Filgueira de Menezes participa da equipe de Capelania há oito anos. Ele afirma que, além da satisfação de ajudar o próximo, a Capelania tem sido uma experiência espiritual profunda. “Deixamos os nossos afazeres para vir aqui, mas quando ministramos a Palavra de Deus com os pacientes também somos abençoados. É uma experiência tremenda. Cada quarto onde entramos é uma realidade. Há pessoas de todas as idades, crenças e patentes”, comentou.

 

A voluntária Guacira Vento Cacau está na equipe desde 2004. Ela diz que no início o maior desafio foi o de não se deixar abalar. “No primeiro dia senti aquele compadecimento e pensei que não teria condições de aguentar. Pedi a Deus que me desse força porque o desejo do meu coração era continuar. E no sábado seguinte já tinha as forças renovadas. Quando não venho, sinto falta”.

 

O voluntário Jorge Luiz Pereira Pinto, membro da Igreja Batista Água da Vida, é testemunha de muitas histórias, ocorridas dentre os três anos que participa da equipe. “Cada sábado é diferente, uma experiência nova com o Senhor, mesmo quando o paciente é o mesmo”.

 

A voluntária de enfermagem Ivete Carvalho da Fonseca, que visita o HPM há dois anos, declarou: “O Espírito de Deus nos convoca para estar aqui e tenho gratidão porque me sinto num tanque de Betesda”.

 

“No hospital o sofrimento maior é da família. Ela está muito mais carente, vulnerável, necessita de consolo, de palavra, e é justamente isso que oferecemos; Mostramos a palavra de salvação de Cristo, de abrigo espiritual. Vimos aqui, muitas pessoas se convertendo, famílias inteiras entregando suas vidas”, conclui o Capelão-Chefe Joel Rocha.

 


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